Do esmagamento, redux

Os meus ricos pais levaram – e levam – a vida toda a dizer-me que não se deve esforçar o cérebro depois de comer. Concordo com eles, mas os patrões e os clientes não concordam. Alguns minutos depois de ter almoçado aproveito um momento fugaz para vir aqui desabafar que me parece, muitas vezes, que nesta linha de trabalho onde estou não se chega a velho. Entre AVCs, enfartes, esgotamentos ou coisas do género, alguma há de vir tratar-nos do problema, de tal modo que nunca mais me queixo. Nem disso, nem de nada.


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