Publicado por Joao a 31/Jul/2001 em Blog | 0 comentários
Há coisas que nos magoam profundamente. Há coisas que nos retiram até a alegria de viver, fazem-nos perder o apetite, perder peso, andar com cara de poucos amigos. Há coisas que nos fazem ficar fechados em casa, na cama a dormir – excelente terapia quanto a mim -, a evitar todo o contacto social. Há coisas que nos fazem descuidar a nossa aparência, responder mal a toda a gente e não sentir entusiasmo para nada. Eu sei. Já passei por isso tudo.
Há poucas coisas na vida capazes de...
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Publicado por Joao a 27/Jul/2001 em Blog | 0 comentários
Já lá vão largos anos desde que comecei a despejar os meus devaneios para o papel. Aquilo que aqui publico, no CDB, é uma parte muito pequena de tudo o que já escrevi, e admiro a paciência de quem lê o que eu escrevo, porque não creio que seja tarefa simples. Proponho-me pensar em muitas coisas, mas perco-me sempre a meio. As interrogações são mais que muitas, os aspectos da vida acerca dos quais escrevo são demasiado complexos. E eu sei isso. Mas é um desafio que gosto de...
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Publicado por Joao a 23/Jul/2001 em Blog | 0 comentários
A família era normal. Um pai, uma mãe, um irmão mais velho e uma irmã mais nova. As conversas que uma família sempre tem, os desacatos comuns que à noite terminam em tréguas. Os irmãos em batalhas com almofadas e despiques para ver quem comia a maior fatia do bolo. As prendas no Natal, as recomendações sempre que iam sair para longe, ou para chegar a casa mais tarde. Educação prendada, ensinamento de valores éticos, morais, espirituais. Uma educação boa, para o preparar para o...
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Publicado por Joao a 22/Jul/2001 em Blog | 0 comentários
Há tanto tempo ouço dizer que as palavras são como as cerejas… é um ditado popular antigo e, como tantos outros, muito acertado. As conversas, que se fazem de palavras, são também elas como as cerejas. Não vou revisitar as cerejas, de que já falei anteriormente, mas vou, isso sim, repescar uma frase importantíssima que foi atirada para o ar na mesma conversa que originou a minha intervenção sobre o último reduto da privacidade.
É legítimo que me perguntem qual é a frase...
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Publicado por Joao a 11/Jul/2001 em Blog | 0 comentários
Não sei se todas as pessoas pensarão assim, mas sinto-me inclinado a afirmar, com uma certa dose de confiança, que todas as pessoas vivem, em certa altura das suas vidas, à espera do que consideram ser a pessoa certa para elas, a alma gémea, a cara-metade. Aquela outra pessoa que consideram ser a peça do puzzle que encaixa na perfeição. A atitude de cada pessoa, perante isso, pode ser activa ou passiva. Ou procuram essa pessoa certa ou limitam-se a esperar que ela caia aos trambolhões...
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