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	<title>Comentários em: A desistência</title>
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	<description>Nada é recto</description>
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		<title>Por: Teresa</title>
		<link>http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272&#038;cpage=1#comment-538</link>
		<dc:creator>Teresa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 17:00:10 +0000</pubDate>
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		<description>Antes de mais, desejo as maiores felicidades à Rita.

Acredito que a felicidade no amor depende apenas de nós (ambos), apesar de ter passado por um casamento falhado. No meu caso, acredito que assim foi porque nos encontrámos muito novinhos, e ao longo do nosso processo de formação como pessoas fomos ficando diferentes. Até que éramos tão diferentes que surgiu o desencanto e deixámos (porque a culpa é mesmo nossa) morrer o amor que nos unia. Mesmo assim, foram quase 20 anos de relação (14 de casamento).

Recentemenre, reencontrei o amor. Um casamento sem papel, mas com mais maturidade, com outra perspectiva e o triplo da felicidade.

Por mim, (e sei que por ele também, que já passou pelo mesmo) desta vez é para sempre! Até que a Morte nos separe.

Beijinhos,
T</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, desejo as maiores felicidades à Rita.</p>
<p>Acredito que a felicidade no amor depende apenas de nós (ambos), apesar de ter passado por um casamento falhado. No meu caso, acredito que assim foi porque nos encontrámos muito novinhos, e ao longo do nosso processo de formação como pessoas fomos ficando diferentes. Até que éramos tão diferentes que surgiu o desencanto e deixámos (porque a culpa é mesmo nossa) morrer o amor que nos unia. Mesmo assim, foram quase 20 anos de relação (14 de casamento).</p>
<p>Recentemenre, reencontrei o amor. Um casamento sem papel, mas com mais maturidade, com outra perspectiva e o triplo da felicidade.</p>
<p>Por mim, (e sei que por ele também, que já passou pelo mesmo) desta vez é para sempre! Até que a Morte nos separe.</p>
<p>Beijinhos,<br />
T</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Joao</title>
		<link>http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272#comment-537</link>
		<dc:creator>Joao</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:34:43 +0000</pubDate>
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		<description>Não será tanto assim Rita. Não olhamos todos para o matrimónio como um suicídio... ;-)

Sou pró-matrimónio. Acho que quando as pessoas sentem que é esse o seu caminho de vida, devem vivê-lo e compreender as suas dificuldades e investir nesse plano.

Não é fácil, actualmente, manter bons casamentos. Não sei se alguma vez foi, mas actualmente, seguramente, não é, porque somos tão bombardeados com apelos de prazer rápido, que a inevitável monotonia das coisas que perduram nos descasca alguma paciência. Mas amando, conseguimos.

Eu acredito que um casamento não é uma forca. É uma união. Uma fusão de planos de vida. Que vale a pena fazer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não será tanto assim Rita. Não olhamos todos para o matrimónio como um suicídio&#8230; <img src='http://www.geografiadascurvas.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sou pró-matrimónio. Acho que quando as pessoas sentem que é esse o seu caminho de vida, devem vivê-lo e compreender as suas dificuldades e investir nesse plano.</p>
<p>Não é fácil, actualmente, manter bons casamentos. Não sei se alguma vez foi, mas actualmente, seguramente, não é, porque somos tão bombardeados com apelos de prazer rápido, que a inevitável monotonia das coisas que perduram nos descasca alguma paciência. Mas amando, conseguimos.</p>
<p>Eu acredito que um casamento não é uma forca. É uma união. Uma fusão de planos de vida. Que vale a pena fazer.</p>
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		<title>Por: Manuela</title>
		<link>http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272#comment-536</link>
		<dc:creator>Manuela</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:04:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272#comment-536</guid>
		<description>Rita,

Desde já muitos parabéns pelo enlace, não nos conhecemos mas desejo-te as maiores felicidades.
Eu continuo a ver o casamento como uma felicidade, em que recebemos e transmitimos amor,ideias, desejos, enfim compartilhamos a vida a dois.
Claro que nem tudo é um mar de rosas, existem momentos menos bons,e aí os dois lado a lado unem esforços para ultrapassar as adversidades.
E que bom que é quando olhamos para trás e pensamos naquelos momentos lindos, só nossos cheios de felicidade.
E isso faz-nos esquecer tudo o que de mau vai surgindo.
O importante é lutarmos por aquilo que queremos, e claro com alguém bem perto de nós torna-se muito mais fácil.

Um grande beijinho
Manuela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rita,</p>
<p>Desde já muitos parabéns pelo enlace, não nos conhecemos mas desejo-te as maiores felicidades.<br />
Eu continuo a ver o casamento como uma felicidade, em que recebemos e transmitimos amor,ideias, desejos, enfim compartilhamos a vida a dois.<br />
Claro que nem tudo é um mar de rosas, existem momentos menos bons,e aí os dois lado a lado unem esforços para ultrapassar as adversidades.<br />
E que bom que é quando olhamos para trás e pensamos naquelos momentos lindos, só nossos cheios de felicidade.<br />
E isso faz-nos esquecer tudo o que de mau vai surgindo.<br />
O importante é lutarmos por aquilo que queremos, e claro com alguém bem perto de nós torna-se muito mais fácil.</p>
<p>Um grande beijinho<br />
Manuela</p>
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		<title>Por: Rita</title>
		<link>http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272&#038;cpage=1#comment-534</link>
		<dc:creator>Rita</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:39:01 +0000</pubDate>
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		<description>A uma semana do meu casamento é triste ver que todos os que me rodeiam olham para este passo como um suicidio.
A verdade é que aos 25 anos percebi bem cedo que para construir o amor que tenho hoje tenho de lutar todos os dias, pensar no que o lado de lá esta a sentir e achar que o mundo nao roda à minha volta.
Todos os dias luto e agradeço por esta familia em construção e pela nossa casa e vida fantástica.
Por diversas circunstâncias familiares, o nosso amor nasceu num tempo muito turbulento o que levou a testar como reagiriamos como um casal às diversas contrariedades. Aprendemos a ouvir, a decidir em conjunto e a agirmos como uma equipa e não como 1 e outro.
Acho que hoje é isso que falta a muitos, ter tempo para construir uma equipa que se apoia nos tempos mais dificeis e desafiantes e que se diverte nos tempos mais fáceis e risonhos. Tenho muita sorte em ter achado um Companheiro e não apenas uma relação amorosa.
Estou muito feliz e apesar do mau exemplo dos meus pais, aprendemos com os seus erros e tenho muita esperança em construir ainda mais e melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A uma semana do meu casamento é triste ver que todos os que me rodeiam olham para este passo como um suicidio.<br />
A verdade é que aos 25 anos percebi bem cedo que para construir o amor que tenho hoje tenho de lutar todos os dias, pensar no que o lado de lá esta a sentir e achar que o mundo nao roda à minha volta.<br />
Todos os dias luto e agradeço por esta familia em construção e pela nossa casa e vida fantástica.<br />
Por diversas circunstâncias familiares, o nosso amor nasceu num tempo muito turbulento o que levou a testar como reagiriamos como um casal às diversas contrariedades. Aprendemos a ouvir, a decidir em conjunto e a agirmos como uma equipa e não como 1 e outro.<br />
Acho que hoje é isso que falta a muitos, ter tempo para construir uma equipa que se apoia nos tempos mais dificeis e desafiantes e que se diverte nos tempos mais fáceis e risonhos. Tenho muita sorte em ter achado um Companheiro e não apenas uma relação amorosa.<br />
Estou muito feliz e apesar do mau exemplo dos meus pais, aprendemos com os seus erros e tenho muita esperança em construir ainda mais e melhor.</p>
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		<title>Por: Manuela</title>
		<link>http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272&#038;cpage=1#comment-535</link>
		<dc:creator>Manuela</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 10:00:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiadascurvas.net/?p=1272#comment-535</guid>
		<description>Já vai longe o tempo em que as pessoas consideravam o casamento como uma instituição intocável.
Casava-se e era eterno, mesmo que os intervenientes no processo fossem as pessoas mais infelizes ao cimo da terra nada podia ser alterado, o lema &quot;Até que a morte nos separe&quot; era válido para todo o sempre.
As coisas mudaram mas infelizmente nem todas as mudanças são tão eficazes quanto o desejado, senão vejamos, hoje em dia ninguém escuta o parceiro, existe um egoísmo de parte a parte em que não pensamos nos sentimentos, nas vontades, nos desejos do outro lado.
Parece que é um compromisso unilateral, só vemos um lado e achamos que a razão está sempre do nosso.
Depois olhamos para aquela pessoa que um dia surgiu na nossa vida como um sol brilhante e vemos um desconhecido que não nos diz nada e parece que nunca conhecemos realmente.
Esquecemos que as pessoas mudam,as contrariedades da vida vão alterando a nossa forma de estar perante a vida, e muitas vezes aqueles rapazes e raparigas alegres e cheios de vontade de viver, ficam amargos, desgastados, e revoltados porque os sonhos não aconteceram.
Então começamos a olhar para o lado e a oferta é demasiado tentadora, para entendermos que é apenas uma ilusão passageira, uma vontade de satisfazer apenas a falta de carinho que sentimos.
Daí ao afastamento vai um passo, surgem as recriminações a falta de paciência, enfim um cem número de acusações que não ajuda em nada uma relação já por si fragilizada.
Concluimos que no fundo perdeu-se aqui muitos valores que em tempos eram preciosos para o cimentar da família.
Na minha experiência ao longo da vida, também passei por um casamento falhado em que nada havia a fazer, porque os desejos e vontades eram bem diferentes, e não havia forma de tentar fosse o que fosse, resultado de uma imaturidade que aos 17 anos não temos.
Depois um novo casamento que já dura há 25 anos, e que acaba de passar por uma crise bem dura, com muita mágoa, mas no fundo com muito amor.
O abanão fez-nos voltar atrás e ver o que estava esquecido, estamos em luta diária para salvar o que nos uniu, e penso que vamos conseguir.
Descobrimos que amadurecemos, que afinal temos ainda muito para dar e redescobrir em cada um de nós aquilo que nos fez constituir família.
Só um conselho não desistam do amor, mas só se isso vos fizer felizes e realizados, somos pessoas e não máquinas por isso também temos que pensar em nós próprios, não conseguimos fazer ninguém feliz se não o estivermos também.
Então sim lutem com todas as vossas forças, e agarrem essa felicidade que foram construindo ao longo dos anos, aproveitem cada momento, e não se esquecam que o importante é sermos felizes.
Um beijinho
Manuela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já vai longe o tempo em que as pessoas consideravam o casamento como uma instituição intocável.<br />
Casava-se e era eterno, mesmo que os intervenientes no processo fossem as pessoas mais infelizes ao cimo da terra nada podia ser alterado, o lema &#8220;Até que a morte nos separe&#8221; era válido para todo o sempre.<br />
As coisas mudaram mas infelizmente nem todas as mudanças são tão eficazes quanto o desejado, senão vejamos, hoje em dia ninguém escuta o parceiro, existe um egoísmo de parte a parte em que não pensamos nos sentimentos, nas vontades, nos desejos do outro lado.<br />
Parece que é um compromisso unilateral, só vemos um lado e achamos que a razão está sempre do nosso.<br />
Depois olhamos para aquela pessoa que um dia surgiu na nossa vida como um sol brilhante e vemos um desconhecido que não nos diz nada e parece que nunca conhecemos realmente.<br />
Esquecemos que as pessoas mudam,as contrariedades da vida vão alterando a nossa forma de estar perante a vida, e muitas vezes aqueles rapazes e raparigas alegres e cheios de vontade de viver, ficam amargos, desgastados, e revoltados porque os sonhos não aconteceram.<br />
Então começamos a olhar para o lado e a oferta é demasiado tentadora, para entendermos que é apenas uma ilusão passageira, uma vontade de satisfazer apenas a falta de carinho que sentimos.<br />
Daí ao afastamento vai um passo, surgem as recriminações a falta de paciência, enfim um cem número de acusações que não ajuda em nada uma relação já por si fragilizada.<br />
Concluimos que no fundo perdeu-se aqui muitos valores que em tempos eram preciosos para o cimentar da família.<br />
Na minha experiência ao longo da vida, também passei por um casamento falhado em que nada havia a fazer, porque os desejos e vontades eram bem diferentes, e não havia forma de tentar fosse o que fosse, resultado de uma imaturidade que aos 17 anos não temos.<br />
Depois um novo casamento que já dura há 25 anos, e que acaba de passar por uma crise bem dura, com muita mágoa, mas no fundo com muito amor.<br />
O abanão fez-nos voltar atrás e ver o que estava esquecido, estamos em luta diária para salvar o que nos uniu, e penso que vamos conseguir.<br />
Descobrimos que amadurecemos, que afinal temos ainda muito para dar e redescobrir em cada um de nós aquilo que nos fez constituir família.<br />
Só um conselho não desistam do amor, mas só se isso vos fizer felizes e realizados, somos pessoas e não máquinas por isso também temos que pensar em nós próprios, não conseguimos fazer ninguém feliz se não o estivermos também.<br />
Então sim lutem com todas as vossas forças, e agarrem essa felicidade que foram construindo ao longo dos anos, aproveitem cada momento, e não se esquecam que o importante é sermos felizes.<br />
Um beijinho<br />
Manuela</p>
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