Não preciso de pornografia, não quero putas, tu és toda a minha pornografia, tu és a minha puta, és a minha foda com gemidos, de tornozelos no ar ou joelhos levados aos ombros, és a minha canzana, és a puta que me cavalga o caralho, que oscila as ancas em mim, que me agarra com força, crava os dedos, morde, excita, incita. Não preciso de pornografia para nada, não quero putas para nada, tu és tudo, o ápice dos ápices, a minha rainha de cona molhada em caralho régio pingado de ti, as tuas coxas que seguro com vontade de tas trincar, as tuas mãos que seguro com os braços cruzados atrás das costas. Não, eu não quero pornografia para nada. A pornografia não tem nada para nos ensinar. Temo-la toda em nós. E ainda mais alguns truques. Não na manga, que a nudez no-las leva, mas com os sentidos trocamos ideias, e sabemos sempre como fazer o outro vir-se, e vimo-nos, foda-se, como nos vimos. Não precisamos de pornografia para nada. Nós somos a pornografia. A nossa. Só nossa.