Pensas que vou foder-te como se fosses um frango assado, mas viro-te de barriga para baixo e puxo os teus braços para trás, que prendo como uma chave enquanto te seguro os cabelos. Enfio-te o caralho na cona molhada e faço-o deslizar. Sem dó. Sem piedade. Pensas que vou foder-te assim, à vista, à luz, mas coloco as minhas mãos sobre a tua cara, tapo-te os olhos, reduzo-te um sentido para que se amplifiquem os outros. Pensas que vou foder-te. E estás tão enganada. Não vou foder-te, ou tu a mim. Vamo-nos foder, um ao outro, como tem de ser.