Em suma, de uma parte

Enquanto o meu caralho se faz uno com a tua cona, tu esfregas-te com a mão, para te vires ainda mais depressa, e eu gosto. Quando me dizes que queres fazer tudo comigo, e me lambes com insuspeita mestria, eu gosto. Quando os meus dedos se aventuram no teu cú e te seguram, presa, eu gosto. Quando me puxas para ti, quando me dizes anda cá, eu gosto. Quando te puxo cabelos e pulsos e te oiço gemer, eu gosto. Se me disseres que já me fodias, eu gosto. Se estiveres a pingar por mim, eu gosto. Em suma, eu gosto muito. E tu também. E não é pouco.

Posted in Crónicas curvas

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