Ao fim de um mês, eis que chegou até mim uma carteira que andava a namorar há algum tempo. Os tempos são de emagrecimento, e a carteira também havia de sofrer esse processo. A anterior, carregada de cartões na sua maioria inúteis em boa parte dos meus dias, impedia-me, por exemplo, de sentar sobre ela sem com isso ficar nuns incómodos 30 a 45 graus de inclinação. E eu não defendo que nos sentemos sobre as carteiras. Serve apenas a imagem.

Se muitos dos cartões ficaram em casa e convertidos em códigos de barras que transporto no smartphone, outros continuam a ter de transportar-se. A filosofia da Bellroy é a de transportar os cartões todos juntos. Sem ar e sem pele a separá-los, o volume é menor. E têm razão. Para mim veio uma Note Sleeve Wallet. E estou muito satisfeito (ainda que a perfeição também não exista em carteiras, ou em malas/pastas, for that matter) embora considere que é um luxo. Deslizam-me os olhos para aquilo que é bom. Mas agora, pelo menos, há coerência. A carteira fica magra, em todos os sentidos.

João Por baixo, de lado, por cima

O João é Geógrafo físico e produtor de metano. Para além da geografia e da escrita, interessa-se também por fotografia, cinema e bolos da pastelaria do Manuel Natário em Viana do Castelo. E por mulheres, também. Não necessariamente por esta ordem, e nem sempre em separado. É um palhaço, não raras vezes um idiota, e até mesmo um cabrão, segundo opiniões conhecidas.

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