6. Das fêmeas possessivas

Continuando pelos conselhos de machos amigos, recordo-me de uma sábia frase. Dizia esse macho, na época, «(…) meu caro, uma a todas, duas a poucas, três a nenhuma!». A sapiência contida naquelas palavras apenas anos mais tarde se me revelou, quando o entendimento acerca das fêmeas se tornou tal que ouso mesmo modificar aquela frase dizendo: uma a algumas, duas a poucas, três a nenhuma.

O hábito proporciona a posse, mas algumas fêmeas desenvolvem esse sentimento sem habituação. O macho que se quer atento precisa não cair nas malhas de fêmeas que se julguem senhoras do macho por pouco, ou mesmo por nada. Torna-se imperativo saber avaliar o tipo de fêmea antes de entrar em conversas ou actos mais íntimos, sempre que não se queira ir além de um flirt. É preciso ter a certeza de que se consegue sair sem mácula daquilo em que se entrou.

Se a fêmea for do tipo possessivo, sinal vermelho. Colocação em fuga o mais depressa possível, para o mais longe que se puder.
A algumas fêmeas, nem o olhar se deve dirigir, e nestas coisas é importante saber-se com que cabeça se está a raciocinar. Ou não.
O arrependimento não mata, mas mói.

@2005-12-09 19:05